Física
Ações que ferem, causam dor ou colocam a integridade e a vida em risco.
Agosto Lilás 2026
Uma campanha corporativa para reconhecer sinais, acolher sem invadir e orientar com segurança. Porque informação abre caminhos e uma rede preparada pode mudar histórias.
Direção técnica e condução
Dra. Elisângela Gonzalez
Em 2026
20Uma experiência para toda a organização
O cuidado começa quando o silêncio encontra uma escuta preparada.
A Lei nº 14.448/2022 instituiu o Agosto Lilás como mês nacional de proteção à mulher e definiu ações de conscientização, informação sobre redes de suporte e estímulo à prevenção.
No ambiente corporativo, isso não significa investigar histórias pessoais. Significa preparar pessoas para reconhecer, não julgar, preservar a autonomia e indicar caminhos confiáveis.
Brasil, 2025
1.571dos feminicídios com autoria identificada foram cometidos por homens.
Dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, publicado em 2026.
Consultar fonte ↗A Lei Maria da Penha reconhece cinco formas de violência doméstica, familiar e íntima de afeto. Nomeá-las é parte da prevenção.
Ações que ferem, causam dor ou colocam a integridade e a vida em risco.
Ameaças, humilhação, chantagem, vigilância, manipulação e controle.
Qualquer ato ou contato de natureza sexual realizado sem consentimento.
Controle, retenção ou destruição de documentos, bens e recursos financeiros.
Calúnia, difamação e injúria que atingem dignidade e reputação.
A campanha aborda os temas com clareza e respeito, sem imagens chocantes, dramatizações, exposição de casos ou convite a relatos públicos.
A campanha é desenhada com o RH para combinar as vivências mais adequadas ao contexto da empresa. Cada atividade educa sem expor, acolhe sem investigar e transforma informação em atitude possível.
Situações cotidianas são reconhecidas como verde, amarelo ou vermelho para diferenciar cuidado, atenção e violência sem pedir relatos pessoais.
Reconhecimento de sinaisUm quiz anônimo desconstrói frases que culpabilizam a mulher, naturalizam o controle ou dificultam o pedido de ajuda.
Informação que rompe julgamentosColegas e lideranças praticam cinco gestos: ouvir, acreditar, não julgar, perguntar do que a mulher precisa e apresentar caminhos seguros.
Acolhimento com limitesOficina de autoestima baseada em identidade, competências, limites, direitos e fontes de força, indo muito além da aparência.
Autonomia e dignidadeVivência de percepção corporal, respiração e aterramento para reconhecer medo, tensão persistente e hipervigilância com delicadeza.
Consciência e autorregulaçãoUm mapa prático diferencia orientação, apoio jurídico, acolhimento especializado, denúncia e emergência para facilitar o próximo passo.
Encaminhamento responsávelEncontro fechado, voluntário e reservado, conduzido por profissional habilitada, sem gestores observando e sem obrigação de relatar vivências. A empresa recebe somente informações agregadas, nunca nomes ou histórias.
Uma escolha. Um gesto. Um caminho mais seguro.
Imagine que uma colaboradora procura você e diz que não se sente segura em casa. Escolha uma resposta para descobrir como agir.
Selecione uma resposta para continuar a experiência.
Esta experiência é educativa. Em risco imediato, acione 190. Para orientação, informação e denúncia, o Ligue 180 funciona 24 horas.
Um mapa discreto. Nenhuma resposta é armazenada.
Escolha apenas o que faz sentido neste momento. A experiência organiza um primeiro passo educativo e não exige cadastro, nome ou relato pessoal.
Você receberá uma orientação curta, respeitosa e aplicável.
Se houver risco imediato, saia da página quando for seguro e acione 190. Mudanças em senhas ou localização devem ser feitas em dispositivo seguro.
A condução combina informação, reflexão e aplicação prática. O formato se adapta a diferentes setores, unidades e turnos, sem número fixo de participantes.
Abertura sensível para compreender por que algumas violências se tornam silenciosas e difíceis de nomear.
Leitura acessível das cinco formas previstas na Lei Maria da Penha, com exemplos cotidianos e linguagem responsável.
Exercício prático sobre o que dizer, o que evitar e como respeitar o tempo e a autonomia de quem procura ajuda.
Orientações para RH e lideranças receberem uma sinalização com sigilo, limites claros e encaminhamento seguro.
Apresentação dos canais públicos e internos, com distinção entre orientação, denúncia e emergência.
Fechamento coletivo com uma atitude possível para fortalecer respeito, segurança e dignidade no cotidiano.
O tema exige método. A campanha estabelece limites desde o início para proteger participantes, empresa e equipe facilitadora.
Ninguém precisa contar uma história pessoal para aprender e participar.
Não coletamos relatos sensíveis nem incluímos casos individuais em devolutivas.
A facilitação informa canais e limites, sem substituir rede pública, jurídico ou assistência especializada.
Mulheres são acolhidas; homens e demais pessoas são chamados à responsabilidade e à prevenção.
A ação não termina no encontro. Ela deixa linguagem comum, orientação prática e materiais para sustentar o tema com responsabilidade.
Alinhamento, leitura do contexto e definição segura dos canais internos.
Experiência conduzida, participação educativa e orientação aplicável.
Conteúdos de continuidade, indicadores e devolutiva para a gestão.
Reunião de alinhamento com RH, SST ou liderança responsável
Conteúdo adaptado à cultura, aos turnos e aos canais da empresa
Experiência presencial conduzida com linguagem segura e participativa
Orientação específica para lideranças e pessoas de referência
Guia digital de acolhimento e encaminhamento responsável
Kit de comunicação interna para continuidade durante o mês
Materiais com Ligue 180, WhatsApp oficial e canal de emergência 190
Devolutiva executiva sem relatos pessoais ou identificação de participantes
A devolutiva organiza dados agregados da experiência e apoia decisões futuras, sem prometer resultados que dependem de políticas e ações contínuas.
participação por turno, área ou unidade
leitura educativa antes e depois da ação
conhecimento dos canais de proteção
segurança percebida para acolher e encaminhar
alcance dos materiais internos ao longo do mês
A campanha apresenta recursos que muitas mulheres ainda desconhecem. Cada canal tem uma função diferente e nenhum substitui o 190 em emergência.
Orientação, localização de serviços e registro de denúncias por mensagem.
↗Estado de São PauloDDM OnlineRegistro de ocorrência de violência doméstica pela internet e solicitação de medida protetiva.
↗Orientação jurídicaDefensoria PúblicaAtendimento e orientação sobre direitos, medidas protetivas e outras providências jurídicas.
↗Acolhimento especializadoCentros de Referência e CREASEscuta, apoio psicossocial e encaminhamento à rede, mesmo quando a mulher ainda não deseja denunciar.
↗Ligação gratuita, WhatsApp e rede de serviços em todo o Brasil.
O Agosto Lilás foi instituído nacionalmente pela Lei nº 14.448/2022. A campanha também dialoga com a responsabilidade organizacional de prevenir violência e assédio no trabalho e com a gestão de fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho prevista na NR-1.
Essa conexão é complementar: a experiência não substitui PGR, investigação, política interna, canal de denúncia, análise jurídica, atendimento psicológico ou a rede especializada de proteção.
Agosto Lilás nas empresas
Conte-nos o contexto, as unidades e o objetivo da campanha. A Fisiotrat organiza a experiência para diferentes públicos, setores e turnos.
Fisioterapeuta e responsável técnica pela experiência
(15) 99636-5948Conversar pelo WhatsApp ↗Social Seller e contato para empresas
(15) 99131-6362Conversar pelo WhatsApp ↗